Eles devem, portanto, ser acompanhados por um cardiologista com experiência adicional no tratamento da insuficiência cardíaca. Além disso, é necessária uma abordagem multidisciplinar bem organizada, na qual todos os profissionais de saúde sigam as mesmas diretrizes. Há uma necessidade de um recurso de informação que possa apresentar as diretrizes da ESC e, portanto, o tratamento ideal atual para insuficiência cardíaca, a todos os médicos em um formato acessível, compreensível e fácil de usar. Também devem ser fornecidas orientações práticas sobre como lidar com problemas específicos nesses pacientes (por exemplo, o que fazer em casos de insuficiência renal, desequilíbrios eletrolíticos, insuficiência cardíaca, hipotensão, desidratação etc.). Os médicos, tanto dentro quanto fora do ambiente hospitalar, podem encontrar rapidamente orientações confiáveis e respostas para suas perguntas.
No entanto, na maioria das vezes o paciente não é hospitalizado, sendo necessário criar uma continuidade de cuidados integrada e de alta qualidade entre os profissionais de saúde que atuam em domicílio e no hospital. Esse cuidado interdisciplinar é essencial desde o diagnóstico de insuficiência cardíaca até o estágio final da doença. Há necessidade de diretrizes concretas e instruções práticas para todos os médicos envolvidos no acompanhamento de pacientes com insuficiência cardíaca, desde cardiologistas, clínicos gerais e geriatras até cada médico que trata o paciente. O papel do clínico geral deve ser claramente definido, assim como o do enfermeiro especializado em insuficiência cardíaca e o de qualquer sistema de monitoramento remoto.
Dependendo do estágio da doença, existem pontos a serem identificados em pacientes que sofrem de insuficiência cardíaca.